


Sobre a série: Olivia Dunhan(Anna Torv) é uma agente do FBI com uma carreira brilhante, não fosse por um detalhe: está noiva de seu parceiro(Mark Valley, excelente como sempre). No entanto, seu parceiro é atacado por uma substancia que pode matá-lo e o único que pode salvá-lo é Walter Bishop(John Noble, de O Senhor dos Anéis), um cientista condenado a passar o resto de sua vida em um sanatório. Olivia tenta retirá-lo do sanatório, mas logo encontra uma barreira nas clausulas que diz que Bishop só pode ser solto se ficar sob a guarda de seu filho, Peter(Joshua Jackson, de Dawson's Creek). O problema é que Peter é um trambiqueiro e só coopera com a investigação quando Olivia o ameaça. A partir daí, nosso trio trabalhará em missões absurdas, anormais relacionadas ao Padrão(o novo "Dharma" de JJ Abrams) e à Massive Dynamics, empresa do antigo colaborador de Walter, William Bell(Leonard Nimoy, o Dr Spock).
Eu comecei a assistir Fringe por ser fã do Joshua desde Dawson's Creek(vamos lá, todos temos esqueletos no armário). Depois descobri que a série é do JJ Abrams(criador da maravilhosa Alias e da péssima Lost).

O que me chateia um pouco na série é que ela é um tanto inverossimel(onde já se viu, nos dias atuais é impossível alguém ter conhecimentos aprofundados sobre tudo como o Walter tem). Mas eu relevo isso pelo bem da série. É uma série que a cada episódio sobe no meu conceito e que se for bem trabalhada tem tudo para ser a nova mania(ou não, americanos são imprevisíveis e cancelaram Pushing Daisies, a melhor série dos últimos tempos).
Quanto às relações com a Massive Dynamics e toda a conspiração em torno dela, é isso que eu gostei na série e, como já foi dito, é o que estava carecendo na tv. Uma série no estilo de Arquivo X. E na verdade, Fringe tem a pretensão de um dia ser o novo Arquivo X. Reparem até mesmo na abertura da série. Em personagens como Nina Sharp ou o Observador.
Mas ainda assim, com todos os defeitos, eu adorei a série. Justamente pelo ponto das conspirações.

Comentários
Comentar